Rio Indizível

A escrita poética como tentativa de dizer o indizível. O interesse desta pesquisa paira sobre a lâmina espelhada do rio Indizível, percorre da foz à cabeceira, almeja adentrar a terra até o recôndito lençol. Perguntar-se-á como rastrear os percursos dos aprendizados que se alojam no soma por meio da observação e do registro poético, como reconhecer no corpo as vagas dos saberes movidas pelos fazeres manuais, na experiência da manipulação da matéria, bem como suas memórias recentes e ancestrais. A matéria e a escrita como meios de narrativização dos processos de gênese de si, de professora, de corpo, de universo.

resumo do artigo Rio Indizível: devir corpo educadora


c o n e x õ e s

Nádia
Bosquê
Nina
Veiga
Vinícius:
airumã
Ângela C. Branco
Cristina
Tomé
A Casa
Tombada